Moro em Macondo. Mas bem poderia ser no Brasil. Tenho muitos conhecidos daquelas bandas. Do Mato Grosso (se algum deles lesse diria "DO SUL") ao Acre. Ouço milhares de estórias e minha idéia é reproduzi-las aqui. Em parte. Tem uma que me lembro até hoje. Essa é de uma amiga lá do MS. Aquela terra quente onde os nativos tomam tereré enquanto dizem galanteios e xingamentos a amigos e conhecidos ou simplesmente matam o tempo.
Diz que num jornal que já está quase extinto, trabalhou um motorista que casou com a mulher errada. É sério. Aquela música de fundo. A paraguaiada dançando colado e o espetinho assando no que seria um galão de combustível. Eis que chega nosso amigo e pede ao garçom para entregar um bilhete a uma distinta dama do outro lado do salão. O homem, por ignorância, problema na vista ou sacanagem mesmo, entregou o pequeno escrito a outra dama. Seu coisinho, com vergonha, não contou o erro. Estão casados há décadas. E ponto final. Até a próxima.
Diz que num jornal que já está quase extinto, trabalhou um motorista que casou com a mulher errada. É sério. Aquela música de fundo. A paraguaiada dançando colado e o espetinho assando no que seria um galão de combustível. Eis que chega nosso amigo e pede ao garçom para entregar um bilhete a uma distinta dama do outro lado do salão. O homem, por ignorância, problema na vista ou sacanagem mesmo, entregou o pequeno escrito a outra dama. Seu coisinho, com vergonha, não contou o erro. Estão casados há décadas. E ponto final. Até a próxima.

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